Morte por “Doença do Pombo” em SP gera alerta: saiba como é o contágio e prevenção

Morte por “Doença do Pombo” em SP gera alerta: saiba como é o contágio e prevenção

Pouco falada, a criptococose – conhecida como “Doença do Pombo” – fez uma vítima em São Paulo recentemente. Em julho, José Wilson de Souza foi admitido na Santa Casa de Santos, no litoral paulista, com neurocriptococose (quadro em que a doença afeta o cérebro) e, segundo o hospital, ela progrediu até se transformar em uma infecção generalizada que provocou sua morte.

Como a criptococose não é uma doença de notificação compulsória – ou seja, não é exigido que seus casos sejam comunicados à vigilância sanitária -, não há dados precisos sobre o quanto ela afeta a população, e o caso de morte em decorrência dela gerou um alerta; saiba como a “Doença do Pombo” se desenvolve, como é tratada e o que fazer para prevenir a contaminação.

Criptococose ou “Doença do Pombo”: o que é?

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a criptococose é uma doença classificada como micose sistêmica que se manifesta a partir da inalação de fungos do gênero Cryptococcus e, em boa parte dos casos, é letal. Dividido em algumas variantes, este fungo está relacionado aos pombos por ser facilmente encontrado nas fezes destes tão comuns animais.

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Fonte: VIX

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